domingo, 11 de julho de 2010


É mais simples do que eu pensava, mais fácil do que poderia alguma vez imaginar:

- A vida é como um longo labirinto: por vezes perdemo-nos e quando damos conta nem conseguimos entender como lá entrámos;

- Assemelha-se a um carrossel: as voltas que nós por vezes damos para acabarmos por parar no mesmo sítio, de onde inicialmente partimos... e quantas voltas a nossa vida dá!

- Foge-nos como a água nos corre por entre os dedos; quando pensamos que verdadeiramente temos o que desejamos nas nossas mãos, afinal foi apenas um zumbido, um falso alarme, e tudo o que mais queríamos já se desvaneceu!

- CORRE, A VIDA CORRE! Essa vida clandestina e atordoada que todos nós vivemos, sempre nos proporciona óptimos momentos, recheados de emoções e gloriosas vivências, nós é que não as queremos ver... Se pensarmos bem, seria melhor por vezes abrirmos mais os olhos para o que realmente queremos e não para o que nos ilude!

Pois...


A ilusão é dos piores erros em que um humano se pode debruçar!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sinto-o na palma das minhas mãos! É como se algo indescritível o tivesse colado a mim, e tal e qual como um íman eu sinto o seu coração bem perto do meu! Quando me recostei ao sofá, mergulhei num sono definitivamente profundo, e lá surgiu ele, novamente num sonho que me revelou certas recordações. A minha melhor amiga também lá estava, e é nesta em quem eu sempre me deleito e a quem segredo os contos de fadas que rodeiam a minha vida!

terça-feira, 6 de julho de 2010


Desta vez, a Inês ofereceu-me um selo, onde me coloca o seguinte:

Dizer o que é para ti viver:
- Vivenciar um único momento, ou desdobrá-lo num rolo de pergaminho é algo inexplicável; e é assim que eu caracterizo o verbo "viver"! Viver é dar e receber, é esperar por qualquer instante inconstante. É uma surpresa e algo ao qual nos entregamos todos os dias. A vida é de certa forma a incógnita mais sóbria e sincera que temos: ela própria acaba por nos segredar tudo aquilo que nós receamos!

Dizer se existe alguém neste mundo que seja a tua razão de viver:
- Todos os que me fazem sorrir são a minha razão de viver! E é nesse sorriso sincero que eu quero permanecer para sempre mergulhada!
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P.S.: Já agora Inês, muito obrigada! (:

segunda-feira, 5 de julho de 2010


E aqui está o outro desafio proposto, novamente pelo Pedro:

"De que forma a beleza da Natureza nos pode influenciar na nossa forma de agir, pensar, reflectir e de nos formar enquanto seres humanos?"


- A Natureza é algo que nos trás uma série de incógnitas, e que são decifráveis ao nosso modo, tendo o direito de cada qual se moldar consoante o modo como a consiga representar! Nós, enquanto seres racionais, possuímos, cada vez mais, um acto designado de: desonestidade! Muitas das pessoas não avaliam o quanto nos cabe a nós o conforto e estabilidade que devemos transmitir, e quando dão por si, encontram-se sozinhas e perdidas! E é nesses momentos, que a chamada 'beleza da Natureza' deve ser utilizada como uma base, o principio e a razão que nos leva a agirmos assim. Para mim, a Natureza consegue revelar-me praticamente todos os seus mistérios, e um dia, quando eu possuir a liberdade de voar, e comunicar com aqueles seres voadores, eu vou-lhes perguntar o que todos os animais lhes segredam sobre a esplêndida e única experiência do contacto com a Natureza! A Natureza é algo irrelevante aos nossos olhos, mas transparece as atitudes que saem de nós (melhor dizendo; que explodem de nós!). E o segredo da receita é 'arriscar', sem temer o próximo e sem nunca desfalecer. O ser humano é um ser inconstante, sem rumo, sem memórias, sem algo que o favoreça e o faça contrastar, daí o intimo contacto com a Natureza ser um fenómeno cada vez mais importante, pois esta é algo que floresce a cada momento e nos reafirma como 'valorosos' combatentes!



"Somos máquinas de sobrevivência - veículos robotizados cegamente programados de modo a preservarmos as moléculas egoístas a que chamamos genes. Essa é a verdade que me enche de espanto."
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Richard Dawkins, sociobiológico inglês, The Selfish Gene
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P.S.: Já agora um muito obrigado Pedro, pelos desafios! Adorei! (:

Um amigo meu, o Pedro, propôs-me um desafio:


"Tu gostas mais de temas concretos e simples, ou de temas mais abstractos e não tão óbvios, que façam reflectir até ao mais profundo fundamento?"


- A 2ª opção sempre deixa um mundo em aberto por descobrir, é algo que cada um de nós sente e decifra, algo que mais ninguém consegues explicar. Os temas mais abstractos abrem-nos portas, caminhos, oportunidades de nos conhecermos a nós próprios, e vivenciarmos com a nossa maneira de ser, estar e sentir! Os temas concretos limitam-se a uma fronteira, que não nos possibilita viajarmos dentro do nosso ser, não nos fazem meditar e por vezes retratam acontecimentos outrora dolorosos e indecentes. A vida muita das vezes recai sobre grandes vales, sombrios e assustadores, e nesse preciso momento só desejo que se reflicta apenas a fachada luminosa que sobressai da tela, e faço de tudo para apagar todos os 'borrões' (isto é se o conseguir fazer), para que nunca me possa vir a enganar! E muitas das vezes, quando me confronto com temas muito concretos, a minha mente bloqueia; então, sempre escolhi a parte 'não óbvia' das coisas, o sentido 'figurado e não decifrado' dos assuntos, o lado mais 'fantasiado' dos acontecimentos! Um dia, mais tarde, vou conseguir transmitir, tal e qual como pretendo, a mensagem que, outrora, aos olhos dos 'ignorantes' não era reconhecível!

sexta-feira, 2 de julho de 2010


"Vou voltar tão depressa que nem vais ter tempo para sentir saudades minhas. Cuida do meu coração - deixei-o contigo."


eclipse, Stephenie Meyer.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mais uma vez, fui proposta a um desafio, pela Sarinha (http://www.empty-words-sr-blogspot.com/):


"Tens alguma pessoa que dê cor á tua vida? E porquê?"


- E tal e qual como a Sara disse, tenho muitas... Mas há-de ter em conta aquelas que não tomam a atitude de por vezes colorir certos momentos com as brilhantes cores do arco-íris, e simplesmente retrocedem, caindo em enganosos erros! Mas "Um artista é sempre um bom artista", e nada melhor que uma simples e delicada atitude, para que este se possa destacar, e poder fazer proveito da bela obra que produziu!